quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Haja inspiração e criatividade....em um ano de pobreza de enredos, a Unidos da Tijuca traz a baila os já discutidos enredos patrocinados, seja por ditaduras africanas, ou por países que escondem o dinheiro dos ditadores...O problema, efetivamente não é o patrocínio, mas o " gancho" entre o enredo e o desfile. No caso da Guiné ficou mais fácil pelas óbvias identidades, mas na Suiça... é muita ginástica, Clóvis Bornay, Chocolate, guardas Suiços, neve e o Carnaval. Temo pelo desfile da escola, que sem a genialidade do Paulo Barros pra transformar algo improvável em beleza e movimento, confesso que não entendi muito. O que fica muito claro é a dificuldade em transpor estes alpes,. Prefiro humor escrachado como a União da Ilha e a simplicidade de sempre, mas a mídia insiste no caminho da imponência e da importância da escola no cenário político. A portela não consegue se destacar da pecha de oficialidade e o resto não é melhor, nem pior e nem diferente. Espetáculosas.
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